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dc.contributor.advisorSantos Filho, Eraldo Francisco dos-
dc.contributor.authorAlmeida, Gilberto Frizon-
dc.date.accessioned2019-03-13T13:00:09Z-
dc.date.available2019-03-13T13:00:09Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.urihttp://bdex.eb.mil.br/jspui/handle/123456789/3019-
dc.descriptionDissertação (mestrado em Ciência Militares) apresentada à Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO) como parte dos requisitos para o grau de Mestre.pt_BR
dc.description.abstractO presente estudo analisa se o emprego de redes sociais, para coleta de informações por Forças de Operações Especiais (FOpEsp), favorece o aumento da consciência situacional do oficial de inteligência destas frações. Nos últimos anos, ocorreu o emprego contínuo do Exército Brasileiro nas operações de cooperação e coordenação com agências na garantia da lei e da ordem, prevenção e combate ao terrorismo, e sob égide de organismos internacionais. A participação do Exército Brasileiro na garantia da lei e da ordem no estado do Rio de Janeiro, na prevenção e combate ao terrorismo na Copa das Confederações, Copa do Mundo, Olimpíada e também, na atuação permanente por mais de 10 anos na MINUSTAH, indicou a necessidade de uma melhor consciência situacional frente a atuação nestes ambientes operacionais urbanos. A execução de operações neste tipo de ambiente operacional, também demandou a necessidade de informações de organizações e lideranças do crime organizado, gangues e de possíveis simpatizantes terroristas. A predominância atual deste tipo de atuação, caracterizada por ser em ambientes urbanos, potencializa as dimensões informacional e humana do ambiente operacional. As redes sociais são particularmente uma conexão destas dimensões onde os indivíduos interagem e compartilham dados, sentimentos e intenções no espaço cibernético. Entretanto, constata-se que atualmente não existe uma sistematização do uso de redes sociais para monitoramento e busca de dados. Além disso, o volume das informações disponíveis, caso não seja processado com uma metodologia adequada, pode conturbar a leitura do ambiente operacional pela existência de informações sem credibilidade. Este estudo torna-se relevante porque visa operacionalizar o emprego das redes sociais Twitter e Facebook por FOpEsp, visando possibilitar uma melhor consciência situacional destas frações. O tema está estruturado em um estudo de caso sobre o emprego de DOPAZ na MINUSTAH desenvolvendo-se a partir de uma pesquisa bibliográfica sobre aspectos relacionados a utilização de redes sociais para coleta de informações. Foram aplicados questionários e entrevistas em militares e civis selecionados. Como conclusão, pôde ser constatado através da análise dos resultados obtidos, que o uso de redes sociais para coleta e busca de informações por FOpEsp aumenta a consciência situacional desta fração. Como contribuição, foi apresentado um caderno de utilização de redes sociais para monitoramento de notícias locais e busca de dados. Este caderno objetiva servir de base para implantação de estruturas de monitoramento de notícias e busca de dados em redes sociais nos Batalhões Brasileiros de PAZ, grupos e agências classe A, B e C de inteligência e Forças Tarefas de Pacificação no Brasil.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectRedes sociaispt_BR
dc.subjectForças de Operações Especiais (FOpEsp)pt_BR
dc.subjectConsciência situacionalpt_BR
dc.titleConsciência situacional em operações de paz : emprego de redes sociais para coleta de informações por forças de operações especiaispt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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Aparece nas coleções:DECEX : DESMIL: ESAO: PUBLICAÇÕES ACADÊMICAS

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